Friday, November 30, 2007

Retiro tudo que eu disse....

Sobre moto e chuva. Definitivamente aquele dia que citei no outro post, foi um dia atípico, por vários motivos. Foi a primeira vez que tomei chuva andando de moto, a chuva tava fraquinha, eu não estava de roupa de chuva, mas estava com a jaqueta de couro, o trajeto que fiz era curto e como era tarde da noite não tinha trânsito... enfim, condições "ideiais" para se andar na chuva.

Em compensação ontem, é isso mesmo: ontem!... sabe aquele toró de ontem??? Pois é, caiu TODO em cima de mim. Literalmente!

Vamos aos fatos:

Fim do dia, quase no horário de sair do trabalho, eu percebi que o tempo tava fechando. Uma mega nuvem negra tomava conta do céu. Peguei minhas coisas, 15 minutos antes do horário e falei com o pessoal que sairia um pouquinho mais cedo pra não pegar chuva. Desci até o estacionamento do prédio e quado saí do elevador só ouvi o barulho.... é já tinha começado. Manobrei a moto até a portaria do prédio e estacionei ela lá, assim eu veria quando a chuva diminuísse. Mas ela não diminuiu.

Como eu tinha marcado de encontrar com a Rê e o Uágner e a chuva não passava, resolvi encará-la, até mesmo pela lembrança agradável da outra vez. Só que dessa vez era uma chuva torrencial, eu estava sem roupa de chuva AND sem jaqueta de couro. Mas fui!

Foi só eu sair de baixo da proteção da entrada do prédio onde trabalho que já me arrependi... a chuva estava muito forte e pra piorar o trânsito estava infernal. Eu gastaria cerca de 40 minutos pra fazer um trajeto de 10 pq o trânsito tava parado.
Mas, agora era tarde pra voltar atrás... as gotas de chuva caíam como pequenas agulhas em meu corpo. Meu pé em questão de minutos estava encharcado, a roupa então, nem se fala. E o bumbum! hahahaha tenho q rir, o bumbum era o pior! Aquela água escorrendo pelo banco da moto e entrando bem nos fundinhos...

No meio do caminho comecei a xingar mentalmente toda aquela situação: a chuva, o trânsito, a falta da capa, etc, etc, etc... até que num dado momento eu parei e pensei: peraí, de que adianta eu ficar aqui reclamando internamente??? não vai mudar essa situação e eu vou me desgastar a toa. Foi nesse momento que minha postura diante da situação mudou. Pensei então: já tô toda molhada mesmo, vou devagar, tranquila até chegar onde quero. E comecei a rir de tudo isso, num misto de desespero pela situação e diversão pq parei de me preocupar e xingar.

Ainda ria de tudo qdo olhei pro lado e vi algo inacreditável: um cara, com uma roupa toda branca, muito mais fina do que a que eu usava, um capacete desses que parece de bicicleta, feliz da vida e andando numa monotena! Isso mesmo, o cara tava numa situação mto pior que a minha e num tava nem aí. Explodi de felicidade e gargalhadas qdo vi o cara, não por ele estar numa situação pior que a minha, mas pq me identifiquei com ele. Minutos antes eu mudei minha postura diante de tudo isso para a postura que ele teve todo o tempo. Fiquei feliz, por entender (na prática) que a forma como lhe damos com uma situação determina o desenrolar dela e o nosso estado de espírito depois que "a tempestade" passar...

Pra concluir, apesar de ser uma experiência e um aprendizado que valeram a pena, definitivamente não é bom andar de moto na chuva sem a roupa de proteção.

Tuesday, November 27, 2007

A menina que roubava livros

É o livro que estou lendo atualmente. Estou na metade, mas já recomendo! É muito bom e particularmente duvido que eu me decepcione com o final e deixe de recomendá-lo, por isso já o faço agora.

Claro que é mais uma obra vinda do fantástico mundo da mochila de Uágner, rs... mas a mochila de Uágner (assim como a minha) são assuntos para um novo post.


A quem interessar, segue a sinopse do livro:

A menina que roubava livros:
Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em 'A menina que roubava livros'. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, 'O manual do coveiro'. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é à nossa narradora. Um dia, todos irão conhecê-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.

Monday, November 26, 2007

Conversa de criança...

com os olhos no futuro.

Julinha: Fecha a torneira que a água do mundo tá acabando.

Naná: O quê???

Julinha: Fecha a torneira enquanto vc ensaboa "a mão" pq a água do mundo tá acabando!

Naná: Ah, é mesmo!

Sunday, November 25, 2007

Comerciais banidos

É o nome desse vídeo. Achei hilário! Principalmente o terceiro, hahahahaha.


Friday, November 23, 2007

Framboesas existem?

Essa é a pergunta que tem me perseguido desde o dia em que conheci um amigo do "Uágner" que me perguntou se eu já tinha visto uma framboesa alguma vez na minha vida, a não ser em fotos, embalagens de balas, etc.

A minha resposta foi: não! eu nunca vi uma framboesa!

Esse é o tipo de coisa que parece ter sido criada em laboratório só para dar cor e sabor a gelatinas, sucos, geléias, sorvetes e principalmente balas! Bala de framboesa existe aos montes!

Pesquisei no google e encontrei essa foto aí ao lado, mas o que mais me impressiona é que não encontrei nenhuma foto de uma pessoa ao lado de um pé de framboesa, por exemplo. A única foto que vi com algum resquício de ser humano e a framboesa é uma que tem uma mão segurando a framboesa. Só dá pra ver a mão! Ou seja, essa foto pode ter sido tirada dentro de um laboratório qualquer de "fabricação" de framboesas.

Fuçando um pouco mais, encontrei uma outra foto do que parece ser uma plantação de framboesas, mas a foto foi tirada de longe, provavelmente de propósito para que ninguém reparasse o que eu reparei: não há uma fruta sequer nos árvorezinhas! As "ditas" framboesas encontram-se somente no cesto do trabalhador e não são mostradas de perto, então podem muito bem ser amoras... pq não?

Preciso saber se as framboesas realmente existem. Alguém aí já viu uma framboesa?

Thursday, November 22, 2007

Simplicidade

Vi esse texto nas minhas andanças pelo mundo virtual e achei fantástico, de uma simplicidade sem igual.

"Uma mulher acordou uma manhã, olhou no espelho e percebeu q tinha somente três fios de cabelo na cabeça. Bom ela disse, acho q vou trançar meus cabelos hoje. Assim ela fez e teve um dia maravilhoso. No dia seguinte, ela acordou, olhou no espelho e viu q tinha somente dois fios de cabelo na cabeça. Humm, ela pensou, acho q vou partir meu cabelo ao meio hoje. Assim ela fez do seu dia magnífico. No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu q tinha apenas um fio de cabelo na cabeça. Bem, ela disse, hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo. Assim ela fez e teve um dia divertido. No dia seguinte, ela acordou, olhou no espelho e percebeu q não havia um único fio de cabelo na cabeça. Yeaa!! Ela exclamou, não tenho q pentear meu cabelo hoje!!!!

Viva com simplicidade.

Ame generosamente.

Cuide intensamente.

Fale com gentileza"

Wednesday, November 21, 2007

Bizarro

Foi o que vi hoje de manhã quando chegava ao Odilon Behrens.

Já na rua do Odilon um pai caminhava apressadamente com o filho em direção ao porta do pronto atendimento e o menino vomitou. Não teria nada de mais nessa cena nao fosse pelo fato do garoto não ter parado de caminhar! Isso mesmo! Ele continuou caminhando e vomitando. O pai percebeu e parou. Falou alguma coisa com o garoto, que imagino eu, tenha sido algo do tipo: pode vomitar meu filho, agora você está parado. E o garoto acenou a cabeça negativamente. Eles recomeçaram a andar em direção ao pronto atendimento e o garoto vomitou novamente, no mesmo esquema fazer duas coisas ao mesmo tempo: andar e vomitar. Mais uma parada. Mais uma fala do pai para o filho. Mais um aceno negativo de cabeça do filho. Recomeçaram a caminhada e .... mais um vômito. Cena totalmente bizarra. O garoto vomintando até pelo nariz! Caindo tudo na roupa. Coitado. Fiquei com dó do menino...