Tuesday, January 29, 2008

Claro que a chuva parou...

afinal, eu comprei a roupa de chuva! E há quem diga que as leis de Murphy não existem, que é bobagem e tudo mais.

Se não existem pra todos pelo menos pra mim elas existem e a prova disso é que há vários dias caía um dilúvio sobre BH e região e foi só a pessoa que vos escreve comprar uma roupa de chuva que ela cessou.
Não que eu queria que a chuva volte, não é isso. Mas porque ela não parou quando eu ainda não tinha comprado a roupa?






Atualizando o post:

Choveu no fim do dia. Finalmente eu iria estrear minha roupa de chuva, mas é óbvio que Murphy não deixaria as coisas serem tão fáceis assim. Coloquei a roupa de chuva e quando fui fechar os milhões de zípers e velcros, tchã nã... estava faltando um velcro! Não sei como ele sumiu!? Experimentei a roupa ontem e ele estava lá! E olha que a roupa que comprei foi das melhores, heim! Imagine se fosse das piores...
Resultado: fiquei com uma perna completamente encharcada por causa da falta do velcro. Osso!

Monday, January 28, 2008

Esse produto é realmente muito bom!


Sem sombra de dúvidas é o melhor do mercado =P

Sunday, January 27, 2008

Olha a situação do camarada...

E o pior é parar pra pensar no FDP que filmou tudo e deixou o zézão nessa situação um tempásso! hahahaha
É como já diziam meus amigos do Cefet: "amigo é amigo e FDP é FDP!"


video



P.S.: tem som.

Wednesday, January 23, 2008

Uma pessoa fora do contexto perde todo o sentido

Foi a conclusão que cheguei depois de encontrar uma colega da pós no Chico do Churrasco e não reconhecê-la.
Algumas pessoas "só fazem sentido" dentro de um contexto e fora dele causam um erro terrível na Matrix de nosso cérebro.
Demorei mais de meia hora pra lembrar de onde a conhecia e colocar os fatos no lugar correto em minha mente. Isso depois de já ter cumprimentado ela, perguntado como estava e tudo mais... E olha que eu tive aula no último fim de semana. Imagina só se tivesse mais tempo? Eu estaria até agora tentando lembrar de onde a conhecia...

Friday, January 18, 2008

O amor nos tempos do cólera

O livro:

Li o livro há uns anos atrás. Se não me engano em 2005. Simplesmente fantástico!

A escrita de Gabriel Garcia Márquez é envolvente, o que faz com que se leia o livro todo rapidamente sem perceber. Ele não tem o menor pudor ao usar todos os recursos de sedução da língua para nos prender na leitura.

Lembro que comecei a ler o livro com algumas expectativas e tudo mudou no decorrer da leitura. A cada novo capítulo uma situação inusitada, algo surpreendente e eu me vi envolvida pela história de Florentino Ariza e Fermina Daza. A história em si já é mostrada logo de início no livro, o que leva muitos a pensar: o que mais o autor teria para escrever nas muitas páginas que ainda restam? Pois ele nos surpreende! Conta casos, cria cenários maravilhos e outros detestáveis, expõe e fala da vida de personagens que em outras circunstâncias talvez nem seriam citados, e assim ele desenvole e nos envolve na história.


O filme:

Criei uma certa expectativa em relação ao filme. Ano passado ouvi falar sobre ele e esse ano, quando o vi em cartaz, nem acreditei!

Foi uma novela pra conseguir assistir o filme. Três tentativas frustadas de conseguir ingresso e somente na quarta vez eu consegui. Essa saga só fez aumentar ainda mais o desejo de ver na película essa obra literária.

Confesso que foi um tanto frustante e que concordo com a maior parte da crítica escrita pelo programa Auto Falante:

http://programaaltofalante.uol.com.br/index.php?master=balaio&sub=cinema&ac=2&id=340

Ver atores latinos falando em inglês foi um martírio. A Fernanda Montenegro então... obviamente eu não questiono a atuação dela. Ela esteve muito bem no papel de Transito Ariza, mãe de Florentino, mas a cada momento que ela abria a boca era um golpe de faca nos meus ouvidos. Lamento muito que o filme não foi feito em espanhol.

Dos males o menor: o livro é tão bom, que o filme (mesmo falado em inglês) valeu a pena assitir.
Recomendo sim que você assita o filme, mas acima de tudo que você leia o livro.

Wednesday, January 16, 2008

Diário de bordo - dia 04 até o fim

Galerinha, a minha idéia inicial era escrever um texto por dia enquanto estivesse em Floripa, mas como não foi possível e o tempo está passando vou resumir os melhores dias em um único post, até pq já cansei do diário de bordo! hahahahahaha

Dia 04 até o fim, sem preocupar com a ordem cronológica.

Me apaixonei por Floripa logo de início. O lugar é lindíssimos, as pessoas são bonitas e simpáticas, a cidade é plana, no verão anoitece às 20h.. maravilha! A única coisa triste é que a água do mar é insuportavelmente gelada, com raras exceções, como a praia do Jurerê Internacional onde a água é morna.

Ânimo de turista, levantamos cedo para ir à praia. Maravilha. Praia Mole foi a escolhida. Perto da Lagoa. Frequentada por pessoas bonitas e animadas, segundo a guia do balcão onde nos informamos no dia anterior. A água super gelada, mas o dia foi muito agradável. Surfistas, água de côco, paisagem linda (essa foto abaixo foi em um costão que eu subi pra ter essa visão maravilhosa).




A praia do Jurerê Internacional parece até a Ilha de Caras, rs... gente elegante desfilando pra cima e pra baixo, repórteres de tv entrevistando pessoas, carrões e motões, coisas do tipo. Coisa boa de lá, como já disse antes, é a água, que é beeeeeeeemmmmm mais quente que de qualquer outra praia que fui na região.


Finalmente fomos pra casa onde passaríamos a maior parte do tempo, que fica na praia da Ferrugem, no município de Garopaba. Se você foi a Floripa e região e não conheceu a praia da Ferrugem, meu amigo, não sabe o que perdeu! Volte lá! A maioria das praias da região de Garopaba são boas, mas a praia da Ferrugem tem um encanto especial que eu sequer consigo explicar.

Mas nada foi melhor do que os novos amigos que fiz. O pessoal da casa que eu ainda não conhecia valeram a viagem! Mas além deles conheci gente de norte a sul desse Brasil. O melhor de se conhecer pessoas nas férias é que estão todas felizes, longe dos problemas do cotidiano, abertas a novas amizades. Maravilha!

Uma turma de Campinhas nos acompanhou em grande parte da viagem. Encontramos algumas vezes e todos os encontros foram excelentes, em especial o da virada.

Virada de ano em praia é sempre bom, mas esse ano foi perfeita! Pessoas divertidas, animadas, alegres. E quem se entristeceu por qualquer motivo, nós tratamos logo de alegrar!

O reveillon foi na praia do Rosa, lindíssima também por sinal. Mas a pessoa que vos escreve, não satisfeita com a festança e querendo aproveitar cada segundo, resolveu ficar na praia até o dia amanhacer. Resultado: infecção na garganta. Isso mesmo... peguei uma baita infecção na garganta, por ter ficado ao relento esperando o dia amanhacer. Mas não me arrependo. Fiquei o dia 02 todo deliranto (literalmente) de febre em casa, mas as amigas que conquistei nessa caminhada cuidaram direitinho de mim! Meu coração se enche de alegria ao lembrar da Marina e da Paty, que abriram mão de ir pra praia e se divertir no dia 02 pra cuidar de mim. Fizeram sopa e tudo mais! É por essas e outras que sempre falo que o que realmente vale a pena nessa vida são as pessoas que cultivamos.

Depois do repouso e da recuperação, só alegria!!! Fomos pra praia do Farol e praia Grande. A praia Grande é uma praia "dentro" do Farol. Lá é um cenário de cinema, sem exagero. Infelizmente a lembrança desse lugar está só na minha memória, pq não levamos câmera esse dia (cada um por um motivo: bateria, memória, etc...). Fazer o quê? Acontece...

O grande problema de tudo isso é a hora de ir embora... A vontade mesmo é esquecer do mundo e ficar de férias pra sempre! hehehehe Mas sempre tem a hora de ir embora. Pegamos um engarrafamento gigantesco pra voltar pra Florianópolis e no meio dessa confusão de esperar o trânsito fluir (pq esses engarrafamentos é daqueles de vc desligar o carro e esquecer da vida) fizemos mais dois amigos, pessoas incrivelmente legais.

O lugar é tão lindo, mas tão lindo q até no meio de um engarrafamento conseguimos ter visões como essa: um por do sol simplesmente fantástico.


Você quer saber o que aconteceu depois disso??? O triste retorno a realidade...

Tuesday, January 8, 2008

Diário de bordo - dia 2 e dia 3

Resolvemos fazer o tal passeio pra Morretes. Acordamos cedo. Café da manhã. Estação de trem. Comprar passagem. Embarque. Tudo é festa até então...





Anotar na agenda: matar ou no mímino espancar o guia do aeroporto que indicou esse passeio. Se vc algum dia for a Curitiba e as pessoas falarem com você pra visitar Morretes, que o passeio de trem é um espetáculo e blá, blá, blá... conselho: não vá! hahahaha é sério! não vale a pena. Mto ruim! A viagem de trem é mto longa, não tem tantos locais bonitos assim no trajeto e a tal cidade não tem NADA! hahahahahaha E pra piorar a situação tinha uma família buscapé que comprou metade das vagas no vagão onde estávamos. Não seria um problema se eles não parassem de falar alto um minuto sequer e pior não parassem de tirar fotos! Eles tiravam várias e várias fotos na mesma pose! até agora não entendi pq tirar mais de 10 fotos na mesma pose (pra cada pessoa... deu pra imaginar a cena, né?).


A Michele era a pior! (Sentiu o drama? Decorei o nome da garota!) Parecia que queria fazer um book a bordo do trem. E qdo eu pensei que meu sofrimento (pelo menos em relação a ela) fosse acabar, pq ouvi ela dizer q o cartão de memória da câmera tava cheio, qual não foi minha surpresa qdo ela tira outro cartão vazio de dentro da bolsa... e recomeçou o book.


Chegamos a cidade. Conhecemos tudo em menos de 30 minutos.



Paramos pra almoçar num restaurante e comer o famoso barreado. Esse almoço vale a pena.


Depois do almoço, sentamos num banco em frente ao rio pra jogar conversa fora. Coisa de interior mesmo. E no fim das contas, resolvemos pedalar pela cidade. Alugamos 2 bikes e fomos desbravando as trilhas de lá.




Fim da pedalada. Ônibus pra voltar pra Curitiba. Descanso no hotel e arrumar malas pra ir pra Floripa no dia seguinte.

No dia seguinte voltamos ao Jardim Botânico pra fotografar (pois perdemos as primeiras fotos, como falei no post anterior) e depois partimos rumo ao paraíso: Floripa.

Por isso juntei os dias 02 e 03 no mesmo post, pq no dia 03 não rolou quase nada =)